quarta-feira, 3 de abril de 2019

VIGILÂNCIA SANITÁRIA ACOMPANHA CASO DE CARAMUJOS: RESULTADOS DE ANÁLISES JÁ SAIU


Em trabalho conjunto, as equipes de Vigilância Sanitária e Vigilância Epidemiológica de Pedreiras estão acompanhando de perto as preocupações da população com a proliferação de caramujos africanos observada no condomínio Mearim Park. Para tranquilizar a população, na ocasião foram coletados alguns caramujos e enviados para o laboratório de referência, o Laboratório Central (LACEN), em São Luis (MA).

Com o intuito de levar informações que pudessem minimizar a proliferação desses animais, percebendo que tem bastante gente preocupada com o aparecimento deles, as coordenações de vigilância sanitária e epidemiológica, que tem ações sempre voltadas para a prevenção das doenças e atendendo solicitação dos moradores realizaram visita ao local, no caso específico ao Mearim Park.
Os caramujos africanos grandes, como são conhecidos, quando contaminados, são transmissores de doenças como angiostrongilíase contonenses, que é um acúmulo de parasitas no intestino; e meningite eosinofílica, isso se os moluscos tiverem infectados.

A coordenadora da Vigilância Sanitária, Maria Elza, esclarece que “de acordo com as análises feitas Laboratório Central (LACEN), em São Luis (MA), já recebemos o resultado onde foi constatado que os caramujos não estão infectados, o que significa que não existe risco”.

Entretanto ela alerta para que a população tenha cuidados especiais em fazer uma limpeza geral dos locais, evitar lixos, restos de alimentos e qualquer coisa que possa atrair ratos. É fundamental a higiene das frutas, legumes e verduras, sendo que as mesmas devem permanecer 30 minutos imersos em soluções contendo hipoclorito (uma colher de sopa de água sanitária para um litro de água) e depois lavados em água corrente.

A Vigilância Sanitária ainda orientou  o município a disponibilizar o hipoclorito. “Se as famílias tiverem interesse podemos fornecer os mesmos, é só solicitarem nas vigilâncias (sanitária ou epidemiológica) ou também nas UBS”, explicou a coordenadora.


“Mesmo assim as recomendações são as mesmas, com ou sem contaminações aconselhamos capturar os bichos com luvas. Ressalto que os moradores recolham os moluscos, depositem em recipientes e entregues ao município para o destino final, pois os mesmos devem ser colocados em buracos forrado com cal virgem e colocado outra camada por cima”, finalizou a coordenadora.




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