Em trabalho conjunto, as equipes
de Vigilância Sanitária e Vigilância Epidemiológica de Pedreiras estão
acompanhando de perto as preocupações da população com a proliferação de
caramujos africanos observada no condomínio Mearim Park. Para tranquilizar a
população, na ocasião foram coletados alguns caramujos e enviados para o
laboratório de referência, o Laboratório Central (LACEN), em São Luis (MA).
Com o intuito de levar
informações que pudessem minimizar a proliferação desses animais, percebendo que
tem bastante gente preocupada com o aparecimento deles, as coordenações de
vigilância sanitária e epidemiológica, que tem ações sempre voltadas para a
prevenção das doenças e atendendo solicitação dos moradores realizaram visita
ao local, no caso específico ao Mearim Park.
Os caramujos africanos grandes,
como são conhecidos, quando contaminados, são transmissores de doenças como angiostrongilíase
contonenses, que é um acúmulo de parasitas no intestino; e meningite
eosinofílica, isso se os moluscos tiverem infectados.
A coordenadora da Vigilância
Sanitária, Maria Elza, esclarece que “de acordo com as análises feitas
Laboratório Central (LACEN), em São Luis (MA), já recebemos o resultado onde
foi constatado que os caramujos não estão infectados, o que significa que não
existe risco”.
Entretanto ela alerta para que a
população tenha cuidados especiais em fazer uma limpeza geral dos locais,
evitar lixos, restos de alimentos e qualquer coisa que possa atrair ratos. É
fundamental a higiene das frutas, legumes e verduras, sendo que as mesmas devem
permanecer 30 minutos imersos em soluções contendo hipoclorito (uma colher de
sopa de água sanitária para um litro de água) e depois lavados em água
corrente.
A Vigilância Sanitária ainda
orientou o município a disponibilizar o
hipoclorito. “Se as famílias tiverem interesse podemos fornecer os mesmos, é só
solicitarem nas vigilâncias (sanitária ou epidemiológica) ou também nas UBS”,
explicou a coordenadora.
“Mesmo assim as recomendações são
as mesmas, com ou sem contaminações aconselhamos capturar os bichos com luvas.
Ressalto que os moradores recolham os moluscos, depositem em recipientes e
entregues ao município para o destino final, pois os mesmos devem ser colocados
em buracos forrado com cal virgem e colocado outra camada por cima”, finalizou
a coordenadora.




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